Abandonado

20 05 2013

Nuoss… Faz muito tempo desde meu último post… Vou ver se arranjo alguma coisa pra falar, escrever é sempre bom o//

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Só pra desabafar

20 09 2012

Camisinha de uva é uma coisa muito escrota (com o perdão do trocadilho). Ela é roxa meio escura, quase da mesma cor que o Shake (Sheik?) do Mc Donald’s.

Bom, olhando melhor agora, ele parece mesmo com uma

E por falar em Mc Donald’s, alguém lembra o nome de todos eles? Eu sim!





As pequenas coisas

13 09 2012

Só pra desabafar mesmo, eu vejo umas coisas por aí que são muito irritantes. E nem são coisas grandes, tipo chutar um cachorro ou dar uma voadora numa freira.

Por exemplo, hoje de manhã peguei carona pra faculdade com meu pai (uhul, não cheguei todo suado!), e obviamente tinha trânsito e tal. Aliás, se você é uma pessoa que se irrita fácil com estupidez alheia, nunca tire carteira de motorista. Enfim. Estávamos chegando a uma junção, tudo meio parado, andando devagar. A rua que estávamos se juntava com a outra, só que geralmente o fluxo maior de carros vem dessa a qual nos situávamos. Nosso sinal abriu, os carros foram andando, beleza, só que eu vejo um filho da puta, que devia ser o segundo ou terceiro carro na outra rua, continuar indo com o fluxo, avançando a porra do sinal! CARALHO! A rua já é estreita, tá tudo cheio, o sinal dele tá fechado, e o babaca insiste a entupir a via como o cu da própria mãe na casa de suíngue! Espero que morra escutando Michel Teló.

Ok, passou, ignorei, contei até dez, recitei um mantra, pensei em bacon e me acalmei.Ok.

Estava um dia legal, revendo as pessoas depois de meses de inatividade. Aí começou a chuviscar. Tudo bem, eu gosto de chuva, não tinha nenhum guarda-chuva ou casacao comigo, mas ok, não tava chovendo forte. Não tinha mais o que fazer na faculdade, então voltei pra casa.

Estava eu na minha caminhada e tal, aguentando um chuvisco, passando pessoas debaixo de guarda-chuvas e tal. Aí eu noto que boa parte além de andar de guada-chuva, tão também andando embaixo das marquises.

SEUS CORNO!

Pra você ver como o ser humano é mesquinho até nas pequenas coisas! Não basta o desgraçado JÁ estar protegido, ele ainda tem que ocupar praticamente a ÚNICA salvação de quem foi pego desprevinido. E ainda reclama se você esbarrar no guarda-chuva dele!

Véi, na boa… Ainda bem que não tenho porte de arma, senão eu ia fazer uma chacina… Só me restar rezar pra seleção natural resolver isso…





Acidentes de Trabalho

17 02 2012

Acho que existem alguma profissões que acredito que não se pode de MANEIRA ALGUMA tropeçar. São algumas delas:

1) Operários em fábricas de sub-produtos de carne;

Daí pro meio de um BigMac é um pulo

2) Fritadores de batata-frita;

Tratamento radical contra as espinhas: faça elas derreterem (junto com a sua pele)

3) Eu;

Não, eu não vou correr pro abraço!

Pois eu passei um momento de sufoco hoje exercendo meu ofício. Estava lá eu, maroto e serelepe realizando a etapa mais gratificante do trabalho – separando a roupa suja – e me deparando com as surpresas costumeiras: papel de bombom, embalagem de chiclete, chicletes mastigados, sabonetes empentelhados, poeira aglomerada, coisas normais…

Até que eu desembrulho uma trouxa e no meio tinha uma camisinha, tinha uma camisinha no meio da trouxa. Aí você pensa: “Porra Rafs! Você tá separando roupa suja de motel, você DEVERIA esperar por camisinhas utilizadas!”. Pois bem, meu caro leitor, o problema é que de vez em quando é possível identificar como foi utilizado o preservativo. Por exemplo, quando ela vem com algumas manchas vermelhas… Já deu pra entender.

Só que essa tinha manchas de outra cor…

Marrons…

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1 + 1 = 2!

Enfim, após essa nada agradável descoberta, continuei separando a roupa suja, sempre mantendo em mente a localização daquela ameaça. Porém, como todos sabem que existe um deus Troll, aconteceu um imprevisto! Enquanto eu estava lá separando as trouxas, eu pisei em cima da ponta de um dos lençóis. Tudo bem, acontece. Mas meu pé ainda estava sobre essa ponta quando eu puxei esse lençol em específico, e eu perdi o equilíbrio!

CRÊNDEUSPAITODOPODEROSOSENHORPAIDEJESUS

E adivinhem pra qual lado eu caí! Exatamente, meu rosto estava alinhado com aquela prova física de uma relação sexual não natural entre dois humanos. Mas, numa explosão de reflexos ninjas, eu achei um ponto seguro – notem o grifo na palavra – para apoiar minhas mãos no chão e evitar dar um beijo grego indireto em algum desconhecido.

Pois é, essas coisas só acontecem comigo… Eu ainda me pergunto porque estou trabalhando com isso… E depois eu lembro que eu preciso da grana…





Tudo o que eu queria…

28 01 2012

… era uma chance de transmitir com meu corpo o sentimento que aflorou em mim, porque é impossível traduzir em palavras…





9 01 2012

Meus problemas se dissolvem com a fumaça.

Meu sentimento quente como a brasa.

Quando te vejo assim tão linda.

Sinto um alívio maior que me dá a nicotina.

Vejo esse meu amor como um cigarro infinito.

Que quero deixar-me consumir nesse momento bonito.

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Sim, tenho uma certa pessoa em mente.





Confissões de um filho de um moteleiro

5 01 2012

Pra quem não sabe, meu pai é gerente de um motel. E ele escreve sobre isso nesse blog aqui: http://confissoesdeummoteleiro.blogspot.com/

Pois bem, estou eu de férias da faculdade e cursos, jogando meus video-games e tal, saindo e blablabla… Inconformado com a minha vagabundagem nata, meu pai chega pra mim e disse “Vem cá, quer trabalhar lá no hotel? Te dou passagem e uns trocados”. Como eu realmente não tenho nada melhor pra fazer, e ele ainda falou em dinheiro, aceitei de pronto. O horário nem é tanto, 4 horas por dia, beleza…

É pra estar lá 7h30, meio cedo pra quem está de férias, mas tudo bem… Serviço simples, dobrar toalhas de banho, de rosto, lençóis… Dobrar, empilhar, embalar, empilhar de novo. Mesmo processo, copia e cola algumas centenas de vezes. Descer nos andares, contar quantos de cada um tem, fazer uma proporção simples – um lençol = 2 toalhas de banho + 2 de rosto -, subir, colocar no elevador, descer e colocar na despensa…

Tudo tranquilo, bonito, o meu “chefe” recolheu a rouparia suja e tal, subimos de volta, já tava quase na minha hora. Até que…

“Agora a gente tem que separar a roupa suja.”

Vish

Infelizmente, hoje em dia os casais não vão para motéis pra tomar um vinho, deixar uma pequena mancha no lençol e dormir de conchinha, situação em que o único fluido corporal que eu precisaria me preocupar seria saliva derramada durante tempo de sono. Pois bem, eu comparo a sensação que eu senti ao lidar com tais proteções de cama com a sensação de vestir uma camisa do Flamengo. Podem imaginar meu extremo nojo agora. Batalhando contra os pacotes de camisinhas, camisinhas e manchas suspeitas do material genético alheio me senti como uma lesma dentro de um labirinto de sal.

Ótimo jeito de se fechar um expediente, não é mesmo? Amanhã tamos aí de novo!